UM POUCO DE CUIDADO SEMPRE É BOM 



    Em uma ocasião, alguém me perguntou de onde eu encontrar assuntos para os Blogs semanais que faço. Pensei um pouco, e o logo me veio a resposta. “Sento-me à beira do computador e vou escrevendo desordenado e logo me vem algum assunto”. Hoje, por exemplo, é um desses dias.

       Admitamos que o Ser Humano e a Natureza tenham se proposto uma disputa sobre quem, pelo menos em alguns instantes seja o mais importante. Em assim pensando as propostas entre ambos são constantes. Vamos a algumas:

      De início, o Ser humano, para sua subsistência, precisou fazer casa para sua moradia; precisou valer-se do solo para plantar, cultivar e colher. E assim se projetou.

      Estendeu suas vistas ao longo do horizonte e viu uma área bonita, com árvores e tudo mais. Tudo era belo e ali quis começar. Começou. E se foi...Lançou mão à obra. Derrubou mata, construiu casa e afins, preparou a terra, fez plantações e teve boa colheita. No ano seguinte, dobrou a ação e tudo ia bem.

     Sem esperar, vieram chuvas e mais chuvas que conduziram tudo ao nada, senão muito prejuízo e dissabor. Não contente, partiu para uma área de risco, onde tudo lhe parecia melhor, que na realidade era área de desabamentos e enchentes. Vieram enchentes e inundações. E o esforço?.... Perdido e prejuízos não esperados.

    Com esses ligeiros toques todos que me leem podem imaginar os resultados.

    Tudo o que se tem a fazer está sujeito a riscos considerados e se precisa, e muito, saber que escolha se faz e onde se faz. Dentre os muitos cuidados a evitar são lugares sujeitos à  inundações; beiras florestais sujeitas a incêndios ou quebras de árvores motivadas por ventos: Barreiras, encostas ou topos de morros; inclinações de morros; de montanhas, decliveis etc.         

     Os noticiários falados ou escritos são fartos de tristes casos semelhantes a estes, com milhares de vidas perdidas. Por que?

    ---- São fenômenos naturais aos quais estamos sujeitos. Os estragos que eles fazem são motivados por andanças periódicas, realizadas de um momento para outro. Esses lugares são próprios para esses fenômenos. Quando eles se propõem a andar não pedem licenças para passar, tendo em vista tratar deparam com alguma barreira simplesmente passam por cima, não levando em conta se causam prejuízo .

       Chuvas e Ventos precisam de caminhos livres.

 

        Boa Sorte – Até a próxima.                                        MPBrito – 03/03/23       

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