“SOLTE O VERBO”, MENINO.       – (14)

                                                                                         
         Talvez o leitor ou leitora já tenha dito ou ouvido tal expressão: “Solte o Verbo,” e não saiba ou não se lembre de onde veio essa expressão. Se isto estiver lhe acontecendo, não se assuste. Há mais coisas que não sabemos ou não nos recordamos, do que o que nos está às claras.

         A escrita faz parte da história do ser humano, rara e necessária desde o início, para registrar fatos importantes para o futuro. Ela foi criada à moda de diferentes épocas, cujo alfabeto não foi de nada fácil. Os registros eram feitos através de símbolos ou figuras que expressassem o que se queria dizer. Surgiram, então, as palavras com sérios complicadores: eram escritas sem espaços, sem vírgulas, sem pontos, sem acentos, sem exclamações, sem interrogações e etc., cujos escritos eram feitos em pedras ou tábuas.  Para se entender o que estava escrito, precisava conhecer de antemão seu conteúdo – funções de uns poucos.

       Em meio a esse bolo todo, surgiu uma nova técnica – revolucionária – a escrita em folhas de árvores, e entra em ação o Papiro, pequena árvore que crescia às margens do Rio Nilo. As folhas desse arbusto eram extraídas, juntadas e prensadas. A partir de então elas se tornavam próprias para escritas, feitas em rolos de papiros, guardados e preservados com bastante cuidado. Somente os grandes e Poderosos desfrutavam do direito de possuir tais preciosidades. Duas vezes por ano os donos desses rolos de papiros mandavam a seus subordinados abrirem (soltar) esses rolos e colocá-los à luz solar. Soltem os rolos. Daí nos veio  a expressão “Soltar o Verbo”, dizer logo, falar logo, sem rodeio.

         Assim pensando, que tal se nós nos abrirmos plenamente para Deus e deixarmos que o resplendor do Sol da Justiça penetre em nossos corações, em nossas mentes, em todo nosso ser e promova o arejamento que só Ele nos pode fazer?! -- Tudo seria resultado de Bênçãos e Promessas a se cumprirem.  OK?      

                                                                                            

Até a próxima.            

                                                                                                 MPBrito  - 15/01/21

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